Quarenta cães com suspeita de intoxicação por envenenamento, na zona oeste do Rio
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Quarenta cães com suspeita de intoxicação por envenenamento, na zona oeste do Rio


Dos quarenta cães, seis chegaram a óbito. A suspeita de envenenamento aumentou, porque as vítimas têm como tutores moradores do Jardim oceânico e redondezas, na Barra da Tijuca. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente está investigando os casos. A prefeitura do Rio mobilizou equipes da Limpeza Urbana (Comlurb) para lavar calçadas, canteiros e bueiros da região.
Até dois cães do ator Cauã Reymond, que mora na Estrada do Joá, foram vítimas dessa maldade. Um faleceu e o outro segue internado.
Para Luzinete Dias, professora de 55 anos, moradora do bairro de Paciência e tutora da cadela Hanna de dez anos, esses envenenamentos são crimes bárbaros: “É assustador o que está acontecendo. Fiquei muito triste. A gente sai com os nossos cães para passear, desestressar e relaxar, vem uma pessoa com maldade e joga veneno nos matinhos… Estou indignada. Não consigo imaginar caso fosse com minha Hanna. Quando ela fica doente, lá em casa fica um desespero. Não gosto nem de imaginar o sofrimento desses cães e dos donos”.
O veterinário e diretor responsável técnico do DESAM unidade Centro de Zoonoses Paulo Dacorso Filho, Paulo Daniel Leal, diz que é importante que os donos protejam seus pets. “Os envenenamentos normalmente são feitos com produtos ilegais. O mais comum é o chamado “chumbinho” derivado de agrotóxicos, que acrescido de outras drogas deixa difícil o tratamento. Esse tipo de envenenamento precisa de atendimento imediato e de internação. Evite passear com o pet solto. Traga-o sempre pela guia e com atenção com o que ele come ou lambe na rua”. Alertou o diretor.
É preciso ter atenção para os principais sintomas de envenenamento: baba excessiva; perda de equilíbrio; dificuldade motora; e tremores (espasmos) musculares.
“Em caso de suspeita de envenenamento, procure atendimento médico urgente. Provavelmente, o primeiro passo será uma lavagem gástrica. No Centro de Zoonoses estamos preparados para esse primeiro atendimento e para encaminhá-los para um serviço de internação”. Completou, Paulo Daniel.

