No Dia do Veterinário, profissionais são lembrados e celebrados nos três hospitais da Prefeitura do Rio
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No Dia do Veterinário, profissionais são lembrados e celebrados nos três hospitais da Prefeitura do Rio

Em homenagem ao Dia do Médico-Veterinário, celebrado em 9 de setembro, profissionais do DESAM (Desenvolvimento de Assistência Múltipla), que atuam nas unidades veterinárias da Secretaria de Proteção e Defesa dos Animais do Município do Rio de Janeiro, compartilham histórias, desafios e o amor por uma profissão que vai muito além do cuidado com os animais.
Cuidar de um pet exige conhecimento, dedicação e, muitas vezes, sensibilidade. Cabe ao profissional veterinário observar sinais, compreender comportamentos e encontrar a melhor forma de cuidar.
Amor pela profissão e sensibilidade no cuidado
No Hospital Municipal Veterinário Jorge Vaitsman, na Mangueira, a médica-veterinária Fernanda Ferreira da Silva, que atua na área de cirurgia da unidade, declara, entre uma cirurgia e outra, seu amor pela profissão.
“Inicialmente, eu me inscrevi tanto para Biologia quanto para Veterinária. Quando fiz minha matrícula em Veterinária, senti no coração que estava no lugar certo. Cuidar de animais é desafiador, porque eles não têm o mesmo poder que nós temos para pedir ajuda. Mas acredito que é justamente isso que mais me encanta. Precisamos ter a sensibilidade mais aflorada para entender os sinais e saber como ajudar”, comentou Fernanda.
No Hospital Municipal Veterinário São Francisco de Assis, em Irajá, a coordenadora técnica de Veterinária Gabriela Pires Barbosa de Castro se emociona ao falar sobre uma profissão que, para ela, nasceu de um sonho de infância.
“A Veterinária surgiu na minha vida, assim como acredito que acontece com muitos profissionais da área: como um desejo de infância. É uma profissão que muitas crianças sonham em seguir. Estou formada há oito anos e tive a bênção de conseguir exercer a profissão com que sempre sonhei. Poder unir saúde e animais é maravilhoso.”
Uma escolha que começou na infância
A relação com os animais também foi determinante para a escolha profissional de Jully Aparecida Silva de Moraes, que atua na área de cirurgia veterinária do Centro de Controle de Zoonoses Paulo Dacorso Filho (CCZ), em Santa Cruz.
“Eu sempre fui apaixonada por Veterinária. Desde pequena, pegava animais na rua para cuidar em casa e tentar encontrar uma família para adotá-los. Nunca pensei em seguir outra profissão. Meu coração sempre foi da Veterinária.”
No mesmo espaço, a médica-veterinária generalista Luciana Teles de Matos Araujo, que atua na unidade há cerca de quatro anos, destaca que trabalhar com animais também significa compreender a relação entre eles e seus responsáveis.
“Cada dia é um aprendizado. Aqui vemos de tudo um pouco, e nossa rotina é muito intensa. Além de conhecer os animais, conhecemos também suas histórias e a relação que eles têm com os seres humanos. Já acompanhei casos em que o animal chegou a ser a salvação para alguém que enfrentava uma depressão, por exemplo. Então, além de cuidar dos animais, também buscamos proporcionar tranquilidade aos responsáveis. Acredito que isso também é muito necessário dentro da nossa profissão”, disse a veterinária generalista.
Conhecimento, responsabilidade e empatia
As histórias de Fernanda, Gabriela, Jully e Luciana mostram que a Medicina Veterinária é construída diariamente a partir de conhecimento, responsabilidade e, principalmente, empatia.
Seja em uma cirurgia ou em uma consulta, esses profissionais desempenham um papel fundamental na promoção da saúde e do bem-estar animal.











